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Flagrantes da Política
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19/04/2019 | 18:40 | Por: Portal Flagrante

O Paulo, o medo e a inércia política em 52 anos

 A repercussão das entrevista do ministro Paulo Guedes, a Globo News, na última quarta-feira, 17, onde ele pôs o modelo econômico da Zona Franca de Manaus, como uma ‘pedra’ no calcanhar de Aquiles do governo para alavancar a economia nacional, provocou uma avalanche de críticas de políticos do Amazonas, calou outros da Base Aliada do Governo Bolsonaro, mas também mostrou a urgente e tardia necessidade de investimentos em uma nova matriz econômica para tirar o estado do Amazonas da exclusiva e dependência econômica da Zona franca de Manaus.

 
52 ANOS DE INÉRCIA
 
Um dos fatos que chamou a atenção da coluna é que entre os que mais ficaram cocados com as palavra do ministro contra a ZFM foram dois ex-governadores, Omar Aziz (PSD) e Eduardo Braga (MDB), sem contar Amazonino Mendes (PDT) e José Melo (Pros)  que passaram juntos mais de 35 anos no comando do estado sem sequer idealizar ou fomentar outro modelo econômico para o Amazonas.
 
MATRIZES FANTASIOSAS
 
Entre as tentativas frustradas e desastrosas desses ex-governadores, está o Terceiro Ciclo, de Amazonino Mendes, que deu certo na propaganda, mas não tornou o estado alto-suficiente em nada, porque foi pessimamente elaborado, sem planejamento técnico e só serviu para torrar milhões em dinheiro público. O Polo Naval, cuja tentativa de criação teve início no governo de Eduardo Braga, passou pelo de Omar Aziz, nem conseguiu sair do papel.
 
POLÍTICA PARA GARANTIR VOTOS E GRUPOS
 
Na verdade, os gritos e rugidos de alguns políticos após a desastrosa postura do ministro Paulo Guedes, é apenas para a mídia. Nenhum dos ex-governadores citados se preocupou com a geração de emprego e renda ou a evolução econômica em termos macros da região e do estado do Amazonas. Todos ou a maioria sempre usou a vitrine Zona Franca de Manaus para se promover politicamente. Os projetos econômicos além de frágeis, são apenas para garantir votos e grupos.
 
POTENCIALIDADES
 
Independente da manutenção por mais 20, 30 0u 50 anos da Zona franca de Manaus, a política econômica precisa de um ou mais matrizes econômicas. Polos econômicos que possam garantir sustentação econômica e isso não se faz sem investimento em ciência, tecnologia, educação e interesse político verdadeiros. O Amazonas possui características exclusivas e potenciais em diversas áreas como a biotecnologia, minerais, turismo, naval e agricultura. Temos a maior bacia hidrográfica do mundo e mesmo assim não somos o maior produtor de pescado.
 
A VELHA POLÍTICA AINDA PREDOMINA
 
Alguns políticos podem até questionar as informações aqui contidas, mas basta fazer uma viagem imaginárias no tempo para ver a real preocupação dessa geração política que passou ou está passando. A maioria se preocupou mais em passar ou ficar na história política, não como administradores que solucinaram problemas antigos ou crônicos. Eles se preocuparam em fazer obras físicas. Sambódromo, Universisades do Amazonas (Não funciona como deveria); Cidade Universitária (Nem saiu do papel); Arena da Amazônia (Serve para nada ou coisa nenhua); Ponte Rio Negro (Leva a lugar algum) para citar algumas.
 
 
 
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